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Campeão, Kaio analisa divisão master e projeta temporada: “Vencer Pan e Mundial”



Kaio Cesar começa a colher os frutos de sua disciplina no decorrer da sua jornada no Jiu-Jitsu, que teve início quando tinha apenas 13 anos, quando foi convidado por um amigo enquanto jogava bola. Hoje, aos 29 anos, Kaio vive do Jiu-Jitsu na Califórnia, nos Estados Unidos, e é um dos principais faixas-pretas do circuito competitivo da International Brazilian Jiu-Jitsu Federation (IBJJF) na divisão master 1. “Aqui, nos Estados Unidos, eu sou atleta. Eu vivo para treinar e competir. No Brasil, por exemplo, eu dava aulas. Eu percebo que não tem diferença entre treinar no Brasil e aqui, é só o idioma mesmo. Aqui eles costumam dizer que se você fala a língua do Jiu-Jitsu, qualquer pessoa vai te entender. Mas é bom que você aprenda a falar inglês também”, reflete Kaio, atual campeão Americano Nacional Sem Kimono 2021, da IBJJF. Representante da Gracie Barra, Kaio tem uma rotina intensa para disputar os principais campeonatos de Jiu-Jitsu. Até o fim da temporada atual, ele quer buscar o ouro no Pan-Americano e no Mundial, com e sem kimono. O atleta é número no ranking master 1 pluma sem kimono da IBJJF. “Treino quatro vezes por semana e dentro desses dias eu tento organizar a parte técnica, específico e muito treino livre que, na minha visão, é importante”, destacou Kaio, antes de analisar a competitividade na divisão master 1. “Está muito disputada. Antigamente, mesmo após os 30 anos, a maioria dos atletas ainda lutavam no adulto. Mas hoje eu vejo que está bem dividido. Os atletas da categoria adulto quando chegam na idade para o master percebem que tem bastante luta e adversários duríssimos em todas as categorias. Então, vale a pena lutar na divisão certa e ainda assim fazer boas lutas”, explica o atleta, que é faixa-preta há 7 anos. Antes de encerrar, Kaio fez questão de compartilhar a maior lição que aprendeu nos seus 17 anos de prática no Jiu-Jitsu. “Tenha disciplina! Nunca desista dos objetivos e seja perseverante. A disciplina nunca deixou de gerar bons frutos”, aponta.

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