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Escalado no Pan, Jack fala sobre Jiu-Jitsu nos EUA: "Americano gosta de show"

Jackson Douglas vai representar a Checkmat no Pan-Americano neste fim de semana, na Flórida
Jackson Douglas é uma das estrelas do Pan-Americano. Foto: Divulgação

Aos 27 anos, Jackson Douglas é a aposta da Checkmat na divisão superpesado do Pan-Americano 2022 em Kissimmee, Flórida. Sob os ensinamentos de Lucas Leite aliados aos treinos, ele está confiante numa boa performance neste sábado, dia 9 de abril, dia em que começam as disputas da faixa-preta.


Para Jackson, o fator mental pode ser um ponto decisivo durante a campanha no Pan-Americano. Ele relata que tem aprendido conceitos importantes com Lucas e Léo Vieira, seus mentores.


“Sinceramente, não sei dizer qual minha diferença entre os demais atletas. Mas de uma coisa eu sei: meus mentores Lucas leite e Léo Viera vêm transformando minha mentalidade de uma maneira surpreendente. A faixa preta é o ápice competitivo no esporte, eu percebi que tenho procurado acertar mais nas posições, não permitindo algum tipo de contra-ataque ou algo similar”, detalha Jackson.


O atleta participou de alguns torneios da Federação em seu processo de preparação para o Pan-Americano. Na sua visão, ele destaca os resultados, mas frisa em aprimorar cada vez mais suas habilidades na elite do esporte.


“Os últimos eventos foram bons, mas não foram excelentes. Eu tive duas lesões sérias, mas mesmo assim tive resultados relevantes. No meu jogo, não penso em mudar nada. Quero apenas treinar mais para estar sempre em uma posição confortável seja fazendo guarda ou passando. Eu também estar com meu mental em perfeitas condições para deixar apenas o Jiu-Jitsu fluir”, reflete.


Além de competidor, Jackson é árbitro dos maiores torneios de Jiu-Jitsu ao redor dos Estados Unidos. Por lá, tem constatado que o Grappling tomou proporções gigantescas e pode, sim, até passar a popularidade do Jiu-Jitsu com kimono.


“Sem dúvidas, o Jiu-Jitsu sem kimono se tornará tão grande quanto o de kimono. Eu me atrevo em dizer que até maior, pelo menos nos EUA, onde o americano tem uma cultura muito grande pelo show e não podemos contestar o Sem Kimono é sempre show”, aponta Jack, antes de encerrar.



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