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Vincius Lino fala da valorização no grappling




Atleta profissional representante da escola Alliance San Diego, Vinicius Lino tem uma longa estrada no Jiu-Jitsu. O faixa-preta, que treina Jiu-Jitsu há 13 anos, decidiu mudar o rumo de sua carreira para se dedicar somente ao grappling.


Sua temporada começou no Memphis Open da IBJJF, onde conquistou duas medalhas de prata, na edição com e sem kimono.


Para Lino, competir em torneios locais é uma forma de diminuir a ansiedade e testar seu jogo contra adversários difíceis, afinal, seu maior objetivo é estar entre os selecionados para disputar o ADCC 2024, em Las Vegas.


“O início de temporada está sendo muito bom. Estou incorporando coisas novas no meu jogo. Quero usar as competições para evoluir meu jogo e aplicar as posições que venho treinando, que tenho em mente. Estou fazendo treino de competição todos os dias, preparação física três vezes por semana. Estou no caminho certo, com olhar fixo no objetivo”, descreve Lino, antes de detalhar mais dos seus treinos:


“Algo que aprendi com meu professor é que faixa-preta deve ser completo! Tem que saber trocar queda, passar, fazer guarda e procurando sempre controlar o adversário. É frustrar o jogo do oponente e com isso ir conectando as posições, impondo o ritmo!”


Assíduo competidor de Jiu-Jitsu, Vinicius também é dedicado ao estudo e planejamento de carreira. A seguir, ele explica porque o grappling tem atraído diversos atletas do kimono.

“Creio que essa mentalidade mais voltada ao grappling se deu no sentido de que a maioria das lutas casadas são sem kimono, as premiações são melhores e o cenário está bastante propenso ao grappling. Com isso, os atletas que querem viver dignamente bem do esporte estão treinando mais grappling! Creio que mídia do Jiu-Jitsu também está mais voltada ao sem kimono”, explica Lino.

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